29 de fevereiro de 2012

Lições da vida..


                                                                            
> /No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:/
>
> /- Quantos rins nós temos?/
>
> /- Quatro! - responde o aluno./
>
> /- Quatro? - replica o professor, um arrogante, daqueles que sentem
> prazer em gozar com os erros dos alunos./
>
> /- Tragam um fardo de palha, pois temos um burro na sala. - ordena o
> professor ao seu auxiliar./
>
> /- E para mim um cafezinho! - pediu o aluno./
>
> /O professor ficou furioso e expulsou-o da sala. O aluno era Aparício
> Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair, o aluno
> ainda teve a audácia de corrigir o irritado mestre:/
>
> /- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro:
> dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha
> um bom apetite e delicie-se com o capim./
>
> /Moral da História:/
>
> /A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO./
>
> /Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou
> acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros.../
>
> /E haja palha!!!/

>
> 2ª
>
> /A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?/
>
> /Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava
> descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma
> senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:/
>
> /- Vocês sabem onde está o médico do hospital?/
>
> /Com tranquilidade o médico respondeu:/
>
> /- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?/
>
> /Ríspida, retorquiu:/
>
> /- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?/
>
> /Mantendo-se calmo, contestou:/
>
> /- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!/
>
> /- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!.../
>
> /- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando
> um médico e não uma vestimenta..../
>
> /- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor
> nem parece um médico.../
>
> /- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... as vestes
> parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem
> vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente
> para todos e depois daria um simpatiquíssimo "boa tarde!"; como se vê,
> as roupas nem sempre dizem muito.../
>
> /Moral da História:/
>
> /UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO./
>
> /Sabemos que a roupa faz a diferença mas o que não podemos negar é que
> Falta de Educação, Arrogância, Falta de Humildade, Pessoas que se
> julgam donas do mundo e da verdade, Grosseria e outras "qualidades"
> derrubam qualquer vestimenta./
>
> /BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA
> VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO./

>
> /3ª/
>
> /BOA RESPOSTA/
>
> /Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na
> oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o
> mecânico trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:/
>
> /- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?/
>
> /O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o
> mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:/
>
> /- ?Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas,
> conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu
> termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que
> eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é
> praticamente o mesmo?/
>
> /Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para
> o mecânico:/
>
> /- 'Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?/
>
> /Conclusão:/
>
> /?QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA
> TODAS AS PERGUNTAS./

>
> /4ª/
>
> /MUITA CALMA!/
>
> /Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:/
>
> /- Rápido, me dê algo para a diarreia! Urgente!/
>
> /O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe
> dá o remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita
> pressa, pega o remédio e vai embora./
>
> /Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarreia e o
> farmacêutico lhe diz:/
>
> /- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento
> para os nervos, ao invés de algum remédio para diarreia. Como o senhor
> está se sentindo?/
>
> /O senhor responde:/
>
> /- Cagado... mas tô tranquilo./
>
> /Moral da História:/
>
> ;POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS
> COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA./

>
> /5ª/
>
> /PROBLEMA É SÉRIO/
>
> /O sujeito vai ao psiquiatra/
>
> /- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na
> cama, acho que tem alguém em baixo. Aí eu vou em baixo da cama e acho
> que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima.
> Estou ficando maluco!/
>
> /- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha
> três vezes por semana, e eu curo este problema./
>
> /- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente./
>
> /- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra./
>
> /- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito./
>
> /Passados seis meses, eles se encontram na rua./
>
> /- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra./
>
> /- A 120 a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia
> ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 ./
>
> /- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra./
>
> /O sujeito responde:/
>
> /- Por 10 ele cortou os pés da cama.../
>
> /Moral da História:/
>
> /MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!/
>
> /HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO./

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